Martes, 12 de agosto de 2008
 

          nos verdes bebe das tuas maos a cor e os ollos distraidos.

Faltaba-che dicer duas palavras máxicas da tua boca para nascer
          o Rio Eo que busca en van a noite que de ti bebe.

Nos resquícios deste instante, Ribadeo. Intermináveis soños mensaxes
          asinadas no teu corpo desaban no mar de azul cantábrico.

De madrugada o espello do rio fai-me triste fai-me Perceval .
          Esbaro por un brando olvido

Cesáreo Sánchez


 


Publicado por a333 @ 6:56  | poes?a-canci?n
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